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O que uma identidade visual precisa ter para prejudicar uma marca

A expressão “a primeira impressão é a que fica”, no mundo dos negócios, pode representar o momento de primeiro contato do consumidor com uma marca. Esse primeiro impacto deve ser guiado por uma impecável identidade visual, que seja atrativa e, ao mesmo tempo, transmita o propósito do negócio.

A identidade visual se refere a todos os elementos gráficos que identificam a marca visualmente. É o logotipo, tipografia, cores, design de materiais, como cartões de visita, promocionais, portfólios, etc.

O alinhamento dos elementos gráficos da identidade visual com os valores da empresa traz resultados importantíssimos, como novos clientes e fãs da marca. Porém, o desalinho desses pontos pode trazer prejuízos.

Por exemplo, imagine que você está em busca de um bom advogado e usa o Google para pesquisar. Você acessa dois dos resultados da pesquisa. O primeiro, um site bem estruturado, com informações organizadas, padrões de cores e elementos ligados à marca, transmitindo profissionalismo. O segundo, um site simples, sem muita organização, difícil de navegar, sem marca ou elementos dela aparentes, transmitindo algo amador. Qual deles você escolheria para fazer contato? Temos certeza que o primeiro com uma apresentação mais profissional e que, consequentemente, transmite mais confiabilidade.

A identidade visual bem desenvolvida ajuda no crescimento do negócio, o contrário, pode prejudicar

No momento de criação da identidade visual algumas organizações cometem erros que prejudicam a imagem da marca. Veja alguns desses erros:

1/ Sem conceito

A identidade visual deve cumprir o seu objetivo de transmitir corretamente a mensagem que a empresa deseja passar ao público. A composição dos elementos como cores, fontes, símbolos, precisam estar visualmente combinados para um fácil entendimento da mensagem.

O público deve olhar e entender o que é a empresa e qual o seu posicionamento. Pense em como traduzir os valores e princípios da organização em elementos visuais.

Será que apenas um símbolo conseguirá realçar os valores do meu negócio? A combinação de letras e símbolo facilitará o entendimento do público ou o deixará confuso?

Perguntas assim são cruciais no momento de definir o conceito da identidade visual, a mensagem que ela irá passar.

2/ Excesso de cores e efeitos

O colorido e cheio de efeitos não é sinônimo de criatividade, como alguns pensam. Uma marca assim é poluída, não transmite a ideia do negócio de forma clara e pode, até mesmo, despertar repulsa nos consumidores ao invés de atrair.

Efeitos como degrade e sombras só devem ser usados em casos específicos e, sempre, com cautela.

O ideal é uma marca limpa, com design agradável aos olhos e fácil de ser gravada na memória. Muitos, ao pensar nisso, optam por um modelo minimalista, mas a marca limpa não se limita a isso, há diversas formas de desenvolver algo que será bem aceito pelo público.

3/ Cores erradas

Já ouviu falar da psicologia das cores, certo? Então, você sabe que cada cor transmite sentimentos e sensações diferentes. Isso deve ser levado em conta na criação de uma identidade visual. Não se pode escolher uma cor apenas por preferência de gosto, é preciso se perguntar o que tal cor irá despertar no público.

4/ Sem variação de aplicação

A identidade visual precisa se adaptar para ser aplicada em diversos meios e plataformas. Materiais impressos, fachadas, artigos promocionais, tudo deve ter a marca aplicada de forma que fique legível e de fácil reconhecimento.

Hoje, com o meio digital, as empresas precisam estar presentes em todos os lugares que o seu publico está. Isso inclui o contato com o consumidor através de uma telinha (ou telona), a qual deverá ter a marca apresentada de forma íntegra, ajustada ao formato.

Problemas de adaptação da identidade visual são evitados com o uso do Manual de Marca, que é o próximo item.

5/ Não ter Manual de Marca

Já imaginou ser convidado a participar de um evento e ver a sua marca nos materiais de divulgação usada de forma errada?

Isso é bastante comum de acontecer e, algumas vezes, ocorre até mesmo da marca ficar irreconhecível nos materiais.

Ter um brandbook, o manual de utilização da sua marca, evita problemas como o do exemplo acima. Formatos, cores, fontes, adaptações, tudo é orientado pelo manual. E mais, esse material é usado também em casos de redesign e renovação da identidade visual, para não se perder o conceito (a não ser que o conceito também mude).

6/ Ser imutável

A boa identidade visual é aquela que consegue manter o seu objetivo com o passar do tempo. Mas, isso não significa que ela precisa se manter igual. A marca deve acompanhar a evolução da empresa, seu posicionamento e mudanças. Se uma marca tradicional decide modernizar seus processos, por exemplo, modernizar a sua identidade visual também é necessário.

A reformulação da identidade visual pode ser feita de forma gradativa, para não impactar negativamente as pessoas que são o seu público consolidado.

7/ Não ser aplicada na comunicação digital

A identidade visual deve estar presente em toda a comunicação da empresa. Se há presença digital, esta deve estar alinhada com a identidade visual.

Imagine uma empresa que atua em várias áreas e, assim, trata de vários assuntos. Ao postar o seu conteúdo nas redes sociais, por serem diversos posts de teores diferentes, se não houver   padronização (alinhada à identidade visual), a empresa terá um feed confuso e desorganizado. Consequentemente, prejudicando o entendimento do público sobre que você está querendo transmitir.

8/ Não existir

Muitos microempreendedores pensam que, por ainda serem pequenos, não precisam de uma identidade visual. Mas, precisam pensar ao contrário, pois, o cuidado com a imagem de um negócio deve ser o mesmo independentemente do porte da empresa.

Inclusive, ter esse cuidado logo no início do negócio facilita para que o público que te desconhece passe a te notar e entender o que você é e o que faz, de forma clara, coesa e fácil.

 

A identidade visual é responsável por fazer com que o público reconheça e diferencie a marca no mercado, padroniza a comunicação integrada, promove seus valores e vende seus produtos/serviços. Ela beneficia tanto novas empresas quanto as que estão há anos no mercado e querem ser vistas de maneira diferente, atualizada, para manter seu desenvolvimento. Por isso, tenha o maior cuidado e atenção ao desenvolver sua marca, assim, não terá resultados desagradáveis.

Criar uma nova marca ou fazer o redesign de uma existente? Sente-se à mesa conosco, vamos bater um papo!

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